Tratamentos
O tratamento da epilepsia passa inicialmente pela utilização de fármacos.
80% dos novos doentes ficam controlados com qualquer um dos fármacos anti-epilépticos de 1ª linha em monoterapia. Os restantes doentes são geralmente tratados em regime de politerapia, com dois ou mais fármacos.
Para doentes refractários existe uma hipótese cirúrgica.
Cirurgia
A remoção cirúrgica das áreas cerebrais responsáveis pelas crises iniciou-se há cerca de 50 anos. No entanto, com as novas técnicas cirúrgicas e com novos métodos para identificar as áreas a remover, cada vez mais se fazem operações bem sucedidas.
Tipos de Cirurgia:
De um modo geral podem ser feitos dois tipos de cirurgia:
- Remoção da área cerebral responsável pela produção de crises.
- Lobectomia
- Implica a remoção de todo ou parte de um lobo cerebral que origina as crises epilépticas
- Hemisferectomia
- Implica a remoção de quase um dos lados (hemisfério) do cérebro.
- Lobectomia
- Interrupção das vias nervosas ao longo das quais se espalham os impulsos que transmitem as crises.
- Calosotomia
- Implica o corte da ponte onde passam as fibras que conectam uma metade cerebral com a outra (corpo caloso) impedindo a difusão da crise.
- Calosotomia
